{"id":1401,"date":"2012-05-03T21:17:53","date_gmt":"2012-05-03T21:17:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.drfranciscogonzaga.com.br\/site\/?p=1401"},"modified":"2012-05-03T21:17:53","modified_gmt":"2012-05-03T21:17:53","slug":"as-analgesias-para-o-parto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.drfranciscogonzaga.com.br\/site\/as-analgesias-para-o-parto\/","title":{"rendered":"AS ANALGESIAS PARA O PARTO"},"content":{"rendered":"<h2><a href=\"http:\/\/www.drfranciscogonzaga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/492590.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1402\" title=\"492590\" src=\"http:\/\/www.drfranciscogonzaga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/492590.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"240\" \/><\/a><\/h2>\n<h2><\/h2>\n<h2>M\u00e9todos de Analgesia<\/h2>\n<p>Existem in\u00fameras t\u00e9cnicas e rem\u00e9dios que aliviam a dor do trabalho de parto e do parto. Os m\u00e9todos variam em algumas regi\u00f5es, mas atualmente o mais usado \u00e9 o bloqueio regional. Ao planejar a anestesia, os seguintes fatores devem ser considerados: efici\u00eancia terap\u00eautica; efeitos colaterais sobre o feto e o rec\u00e9m-nascido; e efeitos sobre a progress\u00e3o do parto.<\/p>\n<p>Os m\u00e9todos dispon\u00edveis para o controle da dor do trabalho do parto podem ser classificados em:<\/p>\n<ul>\n<li>n\u00e3o farmacol\u00f3gicos;<\/li>\n<li>farmacol\u00f3gicos<\/li>\n<\/ul>\n<p>No Brasil as t\u00e9cnicas de analgesia mais utilizadas s\u00e3o a peridural cont\u00ednua, a t\u00e9cnica combinada requiperidural e a raquianestesia.<\/p>\n<p>Vamos explicar a voc\u00ea cada um destes m\u00e9todos. Voc\u00ea pode conversar com seu obstetra sobre cada um deles e discutir com seu anestesiologista sobre qual ser\u00e1 o melhor para o seu parto normal.<\/p>\n<h3>N\u00e3o Farmacol\u00f3gicos<\/h3>\n<p>Os m\u00e9todos n\u00e3o farmacol\u00f3gicos incluem as t\u00e9cnicas psicoprofil\u00e1ticas, a acupuntura e a estimula\u00e7\u00e3o el\u00e9trica transcut\u00e2nea. Estas t\u00e9cnicas surgiram como alternativa \u00e0 anestesia inalat\u00f3ria.<\/p>\n<p>As op\u00e7\u00f5es n\u00e3o farmacol\u00f3gicas, apesar de suas limita\u00e7\u00f5es, apresentam vantagens, como pacientes relaxadas e cooperativas, redu\u00e7\u00e3o na necessidade de analg\u00e9sicos, retardo na instala\u00e7\u00e3o do bloqueio, participa\u00e7\u00e3o ativa da mulher na hora do nascimento (que os m\u00e9dicos chamam de per\u00edodo expulsivo) e maior participa\u00e7\u00e3o familiar.<\/p>\n<p>Para os chineses, a acupuntura \u00e9 uma arte e filosofia; cada \u00f3rg\u00e3o \u00e9 definido em termos de energia. Essa energia \u00e9 propagada por meio de meridianos localizados na pele. Quando um \u00f3rg\u00e3o est\u00e1 doente ou \u00e9 fonte de dor, a energia produzida por este \u00f3rg\u00e3o \u00e9 anormal, podendo ser muito alta ou muito baixa. As agulhas posicionadas ao longo dos pontos desses meridianos podem aliviar a dor ao restaurar a energia em n\u00edvel normal. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas que outros mecanismos s\u00e3o mobilizados, como a sugest\u00e3o, a motiva\u00e7\u00e3o e o condicionamento. O al\u00edvio da dor obtido por este m\u00e9todo \u00e9 parcial, e muitas parturientes precisam de a\u00e7\u00f5es complementares de analgesia para o segundo est\u00e1gio do parto.<\/p>\n<p>J\u00e1 a estimula\u00e7\u00e3o el\u00e9trica transcut\u00e2nea tem sido sugerida para al\u00edvio da dor do parto h\u00e1 muitos anos. Durante o parto, dois pares de eletrodos s\u00e3o colocados do dorso da parturiente e conectados a um gerador que produz impulsos bif\u00e1sicos. \u00c0 medida que o parto e as dores evoluem, a intensidade dos impulsos aumenta. Esta t\u00e9cnica produz analgesia parcial, que necessita de complementa\u00e7\u00e3o com outros m\u00e9todos durante o segundo est\u00e1gio do parto. Ele \u00e9 seguro e facilmente aplic\u00e1vel por m\u00e9dicos e enfermeiros obst\u00e9tricos, mas tem como inconveni\u00eancia a interfer\u00eancia el\u00e9trica da estimula\u00e7\u00e3o e o monitoramento da freq\u00fc\u00eancia card\u00edaca fetal.<\/p>\n<h3>Farmacol\u00f3gicos<\/h3>\n<p><strong>Anestesia geral<\/strong><br \/>\nA anestesia sist\u00eamica para o al\u00edvio da dor do parto foi usada pela primeira vez em 1847 por Simpson com o \u00e9ter. Este m\u00e9todo foi abandonado devido aos efeitos depressivos que causava no feto e na m\u00e3e. Apesar disso, a anestesia sist\u00eamica \u00e9 utilizada em algumas situa\u00e7\u00f5es, como contra-indica\u00e7\u00f5es para uso de anestesia regional, e em casos em que n\u00e3o h\u00e1 disponibilidade de recursos para a analgesia, como em hospitais de pequeno porte.<\/p>\n<p><strong>Bloqueios regionais<\/strong><br \/>\nA partir de 1970, houve aumento acentuado e progressivo da aplica\u00e7\u00e3o da analgesia regional para o controle da dor do trabalho de parto. Ela apresenta vantagens sobre a sist\u00eamica por promover al\u00edvio completo da dor de forma seletiva, sem causar depress\u00e3o materna ou neonatal, por permitir que a m\u00e3e fique acordada e participe ativamente do parto, al\u00e9m de n\u00e3o interferir na evolu\u00e7\u00e3o do parto.<\/p>\n<p><strong>Bloqueio paracervical<\/strong><br \/>\nNa d\u00e9cada de 1950, o bloqueio paracervical era a t\u00e9cnica regional mais popularizada para diminuir a dor no primeiro est\u00e1gio do trabalho de parto. Por\u00e9m, estudos mostraram que ela estava associada \u00e0 depress\u00e3o neonatal e complica\u00e7\u00f5es no rec\u00e9m-nascido como pun\u00e7\u00e3o do couro cabeludo e bradicardia fetal, por isso foi substitu\u00edda pelo bloqueio espinhal. Apesar desta restri\u00e7\u00e3o, alguns pa\u00edses ainda utilizam-na largamente, como a Finl\u00e2ndia, onde 24% das parturientes recebem analgesia paracervical.<\/p>\n<p><strong>Bloqueio do nervo pudendo<\/strong><br \/>\nNormalmente, o bloqueio do pudendo \u00e9 realizado pelo obstetra, pouco antes do nascimento, em parturientes que n\u00e3o receberam anestesia peridural, raquianestesia ou bloqueio combinado. O nervo pudendo \u00e9 formado por fibras que transmitem os impulsos dolorosos do segundo est\u00e1gio do parto por distens\u00e3o da vagina, da vulva, do per\u00edneo e do reto. Para se aplicar a anestesia no nervo \u00e9 utilizada a via transvaginal, promovendo o efeito adequado na regi\u00e3o do per\u00edneo, e possibilitando parto com episiotomia e f\u00f3rceps. Os inconvenientes desta t\u00e9cnica incluem: analgesia insuficiente para revis\u00e3o do canal de parto e do \u00fatero, elevado \u00edndice de falha e uso de maior quantidade de anest\u00e9sico local do que na raquianestesia. As complica\u00e7\u00f5es maternas e neonatais s\u00e3o raras. A principal complica\u00e7\u00e3o \u00e9 a toxicidade pelo anest\u00e9sico local. Diante desse risco, todo o aparato para reanima\u00e7\u00e3o cardiorrespirat\u00f3ria deve estar preparado previamente ao bloqueio.<\/p>\n<p><strong>Raquianestesia <\/strong><br \/>\nA raquianestesia consiste na aplica\u00e7\u00e3o da anestesia na regi\u00e3o dorsal (nas costas). Muito popularizada no passado, durante o trabalho de parto ela \u00e9 aplicada no per\u00edodo expulsivo e em dose \u00fanica. Por\u00e9m, atualmente tamb\u00e9m \u00e9 receitada no primeiro est\u00e1gio. Este m\u00e9todo apresenta como vantagens a facilidade de aplica\u00e7\u00e3o, o curto per\u00edodo de lat\u00eancia, a const\u00e2ncia dos resultados e as m\u00ednimas concentra\u00e7\u00f5es fetais e maternas da solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica.<\/p>\n<p><strong>Analgesia Combinada Raquiperidural<\/strong><br \/>\nA t\u00e9cnica combinada para a analgesia de parto \u00e9 o avan\u00e7o mais recentemente incorporado \u00e0 anestesia obst\u00e9trica. Esta t\u00e9cnica popularizou-se no final da d\u00e9cada passada, mas ainda n\u00e3o \u00e9 de dom\u00ednio de todos os anestesiologistas obst\u00e9tricos. Apresenta como vantagem o r\u00e1pido in\u00edcio de a\u00e7\u00e3o com inje\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica no espa\u00e7o subaracn\u00f3ideo, onde se encontra o l\u00edquor (l\u00edquido em volta da espinha), e flexibilidade atrav\u00e9s do cateter peridural, podendo promover analgesia de longa dura\u00e7\u00e3o ou convers\u00e3o da anestesia para parto ces\u00e1rea. A t\u00e9cnica combinada pode ser aplicada a qualquer parturiente em trabalho de parto com dor, mais especificamente, \u00e0quelas que est\u00e3o no in\u00edcio ou em fase avan\u00e7ada do parto, onde o resultado \u00e9 melhor.<\/p>\n<p><strong>Analgesia Peridural Cont\u00ednua<\/strong><br \/>\nA analgesia peridural cont\u00ednua \u00e9 considerada uma t\u00e9cnica muito efetiva e in\u00f3cua para promover o al\u00edvio da dor do trabalho de parto e do parto. Por\u00e9m, atualmente ela vem cedendo espa\u00e7o para a analgesia combinada. A qualidade da analgesia \u00e9 superior a outras t\u00e9cnicas de administra\u00e7\u00e3o sist\u00eamica, e a inje\u00e7\u00e3o titulada da solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica confere grande flexibilidade para os diferentes est\u00e1gios do parto, inclusive para a convers\u00e3o para parto por via abdominal. Permite a percep\u00e7\u00e3o da contra\u00e7\u00e3o uterina, sem dor, e preserva o t\u00f4nus da musculatura abdominal e p\u00e9lvica, caracter\u00edsticas consideradas ideais para analgesia de parto. Esta t\u00e9cnica tem ampla indica\u00e7\u00e3o, inclusive para parturientes graves, como nas cardiopatas e pr\u00e9-ecl\u00e2mpticas, que se beneficiam da analgesia precoce, evitando sobrecarga do sistema cardiovascular. A analgesia peridural tamb\u00e9m \u00e9 \u00fatil para coordenar as contra\u00e7\u00f5es uterinas, em presen\u00e7a de dist\u00f3cia hipert\u00f4nica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00e9todos de Analgesia Existem in\u00fameras t\u00e9cnicas e rem\u00e9dios que aliviam a dor do trabalho de parto e do parto. Os m\u00e9todos variam em algumas regi\u00f5es, mas atualmente o mais usado \u00e9 o bloqueio regional. 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